Equoterapia – O que é e seus benefícios

Montar a cavalos deixou de ser, pura e também simplesmente, um prazer ou um meio de movimento. Hoje em dia, essa prática tão antiga também é usada como terapia no desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência ou de necessidades singulares e também se você ler este item com atenção, perceberá que é curativo para nenhum gênero de um de nós.

Os benefícios ao utente do método, divulgado como Equoterapia, não são exclusivamente físicos, porém também psicológicos, educativos e também sociais.

Como especialistas no objecto, o cavalos, ao se transladar, efetua um movimento semelhante à marcha humana, isto é : o núcleo gravitacional do cavalos é deslocado tridimensionalmente, com a marcha, num movimento semelhante à bacia pélvica humana. A correspondência entre os movimentos, humano e também eqüino é tal que a diferença entre um e também outro é menor que 5%. Essa semelhança é possível que ajudar pacientes com lesões no cérebro, fornecendo imagens cerebrais seqüenciais e também impulsos essenciais para aprender ou reaprender a caminhar. Outrossim, o cavalos passa três ondas vibratórias concomitantemente ( para cima e também para grave, para um lado e também outro e também para na frente de e também para trás), o que faz dele uma “máquina terapia ” que nenhum outro método consegue imitar.

Um dos grandes motivadores da terapia é a inversão de papéis, argumento que o paciente é o intérprete do tratamento, tendo como parceiro o cavalos, e também o clínico é um fácil conciliador. Outra vantagem da Equoterapia é o biorritmo do cavalos e também o movimento rítmico-balançante, que estimulam o metabolismo, regulam o tônus e também melhoram os sistemas cardiovascular e também respiratório.

Já o movimento e também a alteração de estabilidade estável pedem uma adaptação incessante do próprio estabilidade, fortalecendo a musculatura e também a coordenação. Desta forma, a integração sensoriomotora e também a consciência do próprio corpo são melhoradas. Os resultados da prática de equoterapia são, frequentemente, o maior controle dos reflexos, estabilidade de tronco e também carola e também correção de postura. As pessoas com musculatura supercontraída adquirem flexibilidade e também as que possuem pouco tônus muscular são fortalecidas.

A interação do praticante da Equoterapia com o cavalos desenvolve, ainda, novas formas de socialização, auto- crédito e também auto- aprecia. Para a menino, o cavalos é como um extensa brinquedo de pelúcia que, entretanto, é de difícil manuseio e também impõe saudação. O calor, o cheiro adocicado, a docilidade do corpo e também o movimento rítmico do bicho remetem a população aos primeiros contatos com a mãe e também à forma como foi transportada e também cuidada por ela. Desta forma, a menino portadora de deficiência possui o espeque e também o arrimo de que necessita para se desenvolver.

A técnica, exige profissionais hábeis, a fim de que a Equoterapia seja aproveitada de forma segura e também correta.

Indicações da Equoterapia

A Equoterapia é indicada para tratamento de casos de paralisia cerebral, acidentes vasculares cerebrais, traumas crânio-encefálicos, atrasos maturativos, formas psiquiátricas de psicoses infantis, estados marginais como autismo, Síndrome de Down e também obediência química. O método também é possível que ser empregado para mitigar ou expelir desvantagens de estresse, depressão, dificuldades no aprendizagem, na coordenação motriz, timidez e também deficiências físicas, entre muitos outros.

 

O início da Equoterapia

Embora o cavalos já tenha sido utilizado com fins terapêuticos por Hipócrates, na Grécia Antiga, e também a equitação tenha sido recomendada pelos antigos médicos gregos, os tratamentos com Equoterapia tiveram início tão somente nos anos 30, na Alemanha, como escolha para a trato de muitas doenças. Os estudos sobre a Equoterapia tinham se iniciado no século anterior, enquanto médicos parisienses começaram a esmiuçar o matéria, motivados pelos ensinamentos da Grécia Antiga.

Há mas de três muitos anos, a Equoterapia ganhou notoriedade com as observações do médico boche Rider. Mártir de um acidente vascular cerebral que o deixou semiparalisado, este notou que a prática de marchar a cavalos contribuía para a sua restauração. Um dos impulsos para a disseminação da técnica foi a Segunda Guerra Geral. Com ela, houve uma reaparição da Equoterapia, que foi usada em mutilados pela guerra, porque diversos deles tinham sido excelentes cavaleiros. A técnica se difundiu e também começou a ser utilizada em todo o planeta.

No Brasil, a terapia começou a ser aplicada em meados dos anos 80, e também teve extensa aprovação, sendo que há atualmente muitas clínicas especializadas em Equoterapia, embora tão somente em 1997 o Recomendação Regional de Medicina tenha recebido a terapia como método de tratamento